A passagem do sétimo dia de morte do ex-governador Ronaldo Cunha Lima foi lembrada com missas celebradas ontem em João Pessoa e Campina Grande. Pela manhã, às 11 horas, a cerimônia religiosa aconteceu na Basílica de Nossa Senhora das Neves, no Centro. Já na Rainha da Borborema, ela se deu na Catedral de Nossa Senhora da Conceição.
Durante a missa em João Pessoa, o senador Cássio Cunha Lima registrou os agradecimentos por toda a solidariedade recebida nos últimos dias e por todos os gestos de amor ao Poeta em nome de toda a família, da sua mãe Glória, e dos irmãos, Ronaldo Filho, Savigny e Glauce, além de netos, irmãos, sobrinhos e noras do poeta, “Estamos louvando a Deus pela vida do meu pai, por toda a sua trajetória marcada pela fraternidade e amor ao próximo. Ele nos deixa um exemplo de conduta, por sua maneira própria de encarar a vida, disseminando a bondade, a solidariedade e a compaixão”.
Outro momento de comoção foi quando o senador chamou ao púlpito Pedro, seu filho, que declamou um poema feito por ele para o seu avô. O vice governador Rômulo Gouveia, representando o governador Ricardo Coutinho esteve na missa, que teve o Padre Jaildo e os diáconos Fabiano Moura e José Nunes em assistência ao Arcebispo.
Em Campina Grande a missa foi celebrada pelo Padre Márcio e reuniu familiares e amigos do Poeta. Cássio afirmou que em Campina estava a Pasárgada de Ronaldo e a cidade que ele amava e que tudo lhe deu, sempre o deixava emocionado com as constantes provas de amor, que sempre foi recíproco. Mais uma vez o neto Pedro declamou poesia para o avô. Outro neto, Bernardo, filho de Glauce, também homenageou o avô. Os senadores Cícero Lucena e Vital do Rego Filho estiveram na missa além do prefeito de João Pessoa, Luciano Agra.
Já em Brasília, na capela da Catedral Metropolitana, os amigos do Poeta da capital federal também prestaram homenagem ao ex-senador. Entre os presentes, estiveram o ex-vice presidente da República, Marco Maciel, o senador José Agripino, do vizinho estado do Rio Grande do Norte e o ex-senador Raimundo Lira.